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The Monster~Angel within

I am inspired to share that like every human, I have a «monster» inside. I chose to call it «monster» because it is a term, we are all familiar with. And its opposite, the Angel. As we are beings of polarity, it is no wonder we exhibit distinct behaviours given the circumstances.

It is important that we recognize that this is true and as such, we need not feel ashamed of our nature. What is crucial, is for us to discern which pole we wish to nurture.

Once we are aware of the condition of being (also) a Monster, thus destructive to self and others, we have to be diligent in not giving our vital energy to the nourishment of this force. But rather channel it to the other pole. Stop. Breathe. Take time off. Meditate. Run. Swim. Breathe again. Dance. Cook. Lie low. Whatever it is that we find to cool down the voice inside in those hot moments and the temptation that is to go and stay in that pitiful state, we must go do.

To accept that we can go from North to South in an instant, it is the first step to overcome the speed at which this can happen. And from there, we work empathetically, on breathing through starving the monster.

I will always encourage myself to be the Angel force. However, injustice is one thing I have a real hard time with. And I feel my monster sets himself loose. Still, the Angel force can navigate better any waters.

~~Ana~~


O Monstro ~ Anjo interior

Sinto~me inspirada a partilhar que, como todo o ser humano, tenho um «monstro» interior. Escolhi chamar~lhe «monstro» porque é um termo que todos conhecemos. E o seu oposto, o Anjo. Como somos seres de polaridade, não é à toa que apresentamos comportamentos distintos dadas as circunstâncias.

É importante que reconheçamos que isso é verdade e, como tal, não precisamos nos envergonhar da nossa natureza. O que é crucial é que possamos discernir qual polo desejamos nutrir.

Uma vez que estamos cientes da condição de ser (também) um Monstro, portanto destrutivo para nós e para os outros, temos que ser diligentes em não dar a nossa energia vital ao alimento dessa força. Mas sim canalizá~la para o outro polo. Parar. Respirar. Tirar uma folga. Meditar. Correr. Nadar. Respirar novamente. Dançar. Cozinhar. Passar despercebido. O que quer que encontremos para esfriar a voz interior nesses momentos calorosos e a tentação de ficar nesse estado lamentável, devemos ir fazer.

Aceitar que podemos ir de Norte a Sul num instante é o primeiro passo para superar a velocidade com que isso pode acontecer. E a partir daí, trabalhamos com empatia, respirando enquanto esfomeamos o monstro.

Eu sempre me encorajarei a ser a força do Anjo. No entanto, a injustiça é algo com a qual tenho grave dificuldade. E sinto que o meu monstro se solta. Ainda assim, a força Anjo pode navegar melhor em quaisquer águas.

~~Ana~~

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