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Confiança quebrada


Para quem é óbvio que uma confiança quebrada nunca mais pode ser recuperada? Para quem é claro como o dia, que uma vez traída a nossa confiança, não podemos mais ver o outro com os mesmos olhos? Quem pode dizer que essa reluctância ou inaceitação em construir novamente a confiança não é legítima?

Seja no nosso local de trabalho, dentro dos nossos limites familiares ou nos círculos dos nossos amigos, a confiança é muito importante. E uma vez quebrada, dificilmente é o caso, pode ser novamente construída.

Os votos e valores são o núcleo de qualquer relacionamento. Se entre as pessoas há um voto de lealdade, elas estão vinculadas a isso. Se um deles quebrar o voto, um laço é cortado. Dependendo da maturidade e do nível de compreensão, podemos estar dispostos a perdoar e a seguir em frente. No entanto, há uma verdade última por trás dessa vontade de fazer com que as águas passadas passem. A falta de lealdade a si mesmo. A confiança, uma vez quebrada, pode ser reconstruída, dizem. Mas quanto tempo levaria isso? A dor e a sensação de traição seriam superáveis? A relação teria algum prospecto de ser saudável?

Portanto, é muito importante aprofundar as razões pelas quais estaríamos dispostos a perdoar e a permitirmo~nos confiar novamente. Porque uma coisa é perdoar, outra é esquecer. Uma coisa é o amor ao outro. Outra, é o amor próprio.

~~ Ana ~~


Broken trust

To whom is obvious that a broken trust can never be again regained? To whom is clear as day, that once our trust is betrayed, we cannot see the other with the same eyes ever again? Who is to say, this reluctance or unacceptance to again build trust is not legit?

Whether in our work place, within our family boundaries, or in our friends’ circles, trust is most important. And once broken, it is hardly the case, it can be again built.

The vows and values are the core of any relationship. If between to people there is a vow of loyalty, they are bound by this. If one of them breaks the vow, a bond is severed. Depending on the maturity and the level of understanding, one may be willing to pardon and move forth. However, there is an ultimate truth behind this willingness to make past waters past. A lack of loyalty to self. Trust, once broken, may be possible to be again built, they say. But how long would that take? Would the hurt and sense of betrayal be surmountable? Would the relationship have any prospect of being healthy?

So, it is very important to delve into the reasons why we are willing to forgive and allow ourselves to trust again. Because one thing is to forgive, another to forget. One thing is love for the other. Another thing, is self love.

~~ Ana ~~




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