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Caminhos...

O caminho nem sempre é perceptível. Apelamos a Deus ou a uma força transcendente a nós por uma direcção ou um sinal do melhor caminho. Nem sempre é possível discernir entre o que é eticamente aceitável e o que compromete a nossa consciência. O que é legitimo e o que é errado. A confusão instala~se.

A entidade superior até pode manifestar~se em auxílio. Estaremos nós contudo atentos ao sinal manifestado? À resposta que aguardamos?

É insensato fazermos apelos vãos. Se não vamos fazer o silêncio justificado para escutar uma resposta. Por outro lado, quantas vezes largamos a procura nas mãos que não são nossas e nos desresponsabilizamos pelo processo?

O caminho vai surgindo e vai~se caminhando. Mas não é por meio de esquecimento negligente do que ressoa verdadeiro dentro de nós. Pelo contrário. É pelo lembrete constante de uma voz que se insinua e que muitas vezes ignoramos. Ou quase sempre.

É verdade e triste que a consciência de cada um dita as regras e que por estarmos desconectados com a Natureza da Terra e do Cosmos, do Amor e da Verdade eterna, que é também a nossa, as nossas escolhas reflectem essa mesma condição de desconexão. E os caminhos causam tanta dor e levam a nada esplendoroso.

Nunca é demais lembrar que nos devemos questionar de quando em quando sobre o caminho que escolhemos. Para confirmarmos se está em alinhamento com o que é mais verdadeiro em nós.

~~ Ana~~



The path is not always cognizable. We appeal to God or to a transcendent force for a direction or a sign of the best way. It is not always possible to discern between what is ethically acceptable and what compromises our conscience. What is legitimate and what is wrong. Confusion sets in.

The higher entity may even manifest in aid. Are we yet attentive to the manifested sign? To the answer we await?

It is unwise to make vain appeals. If we are not willing to be silent to hear an answer. On the other hand, how many times do we leave the search in hands that are not ours and do not take responsibility for the process?

The path slowly appears and we slowly walk it. But it is not through neglectful forgetfulness of what resonates true within us. On the contrary. It is by the constant reminder of a voice that insinuates itself and that we often ignore. Or almost always.

It is true and sad that the conscience of each one dictates the rules and that because we are disconnected with the Nature of the Earth and the Cosmos, with Love and with the eternal Truth, which will is our own too, our choices reflect this same condition of disconnection. And the paths cause so much pain and lead to nothing splendorous.

It is never too much to remember that we should question ourselves from time to time about the path we choose. To confirm that it is in alignment with what is most true in us.

~~ Ana~~

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