top of page

Be Willing

So often we find ourselves falling in the same dark hollow hole, confused and angry. Lonely. Wondering how we got there in the first place. And it is so often that we blame so much outside ourselves. The government, the father, the sister, the lover, the employer, the weather. And so often we neglect, unwittingly, to look within and find what is it that in us is preventing ourselves from uncovering the truth.

Do we know ourselves, so intimately, that we can say what is it that triggers us to be positive and constructive and what triggers us to be negative and destructive?

They say in relationships we hurt. And in relationships, we heal. How many unhealed wounds live within us, longing to be soothed and made better?

I trust, before anything, that we have the responsibility, as more or less conscious beings, to bring to the light, what lies unconscious. Even if this means, to reach out for help. Ultimately, we owe this to ourselves. We owe this to our ancestors and we owe this to our descendants.

Our behavior today, and the way we respond to stimulus, is a sculpture of past events. We are not doomed by it, though. If we are willing, we can truly resculpt our fate as Beings.



Esteja disposto

Muitas vezes damos por nós a cair no mesmo buraco escuro e oco, confusos e com raiva. Solitários. Procurando saber como chegamos lá, para começar. E é tão frequente culparmos muita coisa fora de nós mesmos. O governo, o pai, a irmã, o amante, o patrão, o tempo. E muitas vezes negligenciamos, sem querer, olhar para dentro e descobrir o que é que em nós nos impede de descobrir a verdade.

Conhecemo-nos tão intimamente que podemos dizer o que nos desencadeia a ser positivos e construtivos e o que nos desencadeia a ser negativos e destrutivos?

Dizem que nos relacionamentos magoamo-nos. E que nos relacionamentos, curamos. Quantas feridas não curadas vivem dentro de nós, desejando ser acalmadas e curadas?

Confio, antes de mais nada, que temos a responsabilidade, como seres mais ou menos conscientes, de trazer à luz o que está inconsciente. Mesmo que isso signifique pedir ajuda. Em última análise, devemos isso a nós mesmos. Deevemos isso aos nossos ancestrais e devemos isso aos nossos descendentes.

O nosso comportamento hoje, e a forma como respondemos a estímulo, é uma escultura de eventos passados. No entanto, não estamos condenados por isso. Se estivermos dispostos, podemos realmente reesculpir o nosso destino como Seres.


~~ Ana~~


Comments


bottom of page